Mais de 300 itens vendidos ilegalmente são apreendidos.

Para garantir a venda de forma regular e legalizada no município, a Prefeitura de Garibaldi, por meio das secretarias da Fazenda e Planejamento, Indústria e Comércio, realiza um trabalho permanente de fiscalização ao comércio ambulante.

Em ação realizada na última semana, foram apreendidas 130 panos de prato, 140 anéis, 46 relógios e 14 fones de ouvido, totalizando 330 itens.

A apreensão é sempre realizada após uma advertência precedente, quando os vendedores são notificados sobre a ilegalidade da prática sem autorização municipal e nota fiscal dos produtos. Se o ambulante é visto novamente vendendo, suas mercadorias são confiscadas. O vendedor tem 48 horas para retirar os produtos, caso apresente nota fiscal de origem lícita e pagamento de multa.

O vice-prefeito e secretário municipal da Fazenda, Antonio Fachinelli, lembra os prejuízos da compra de produtos sem procedência comprovada, uma vez que os estabelecimentos comerciais pagam impostos, que são revertidos em renda para ações destinadas às necessidades da população.

“Para acabar com o comércio ilegal em Garibaldi, o cidadão deve se conscientizar de não comprar esses produtos e que isso prejudica o Município”, acrescenta.

Denúncias sobre comércio ilegal ambulante podem ser feitas pelo telefone (54) 3462-8289.

Apoio de entidades empresariais

A fiscalização contra a venda de produtos por ambulantes é uma demanda muito cobrada à Administração Municipal pelos comerciantes locais, uma vez que os estabelecimentos pagam impostos, além de funcionários e aluguel, e os ambulantes ilegais oferecem produtos sem procedência.

O assunto foi tema de reunião no Gabinete do Prefeito no início do ano, quanto representantes da Câmara de Indústria e Comércio (CIC), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Associação de Pequenas e Médias Empresas (Apeme) concordaram em planejar medidas para inibir a presença dos ambulantes do município, conscientizando seus associados e a população sobre os prejuízos da comercialização ilegal.

Crédito das fotos: Jean Teixeira




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